Características da irrigação por aspersão


Hoje vamos falar sobre irrigação por aspersão, as características, os tipos e principalmente os pontos positivos e negativos desse sistema.

Irrigação por aspersão é o processo de se produzir sobre as plantas ou sobre o solo o fenômeno artificial da chuva, através de um sistema pressurizado formado por dispositivos mecânicos e hidráulicos.

O método de irrigação por aspersão convencional é um dos mais utilizados no mundo em função de sua versatilidade, já que seu uso é possibilitado nas mais variadas culturas. No Brasil, a área irrigada por esses sistemas vem crescendo a cada ano e já atinge quase 700 mil hectares.

Em geral, os sistemas de irrigação convencional não irrigam toda a área de uma só vez, de modo a obter redução do custo de instalação do sistema e a necessidade de uma menor vazão de água para irrigar a área desejada. Portanto, para se realizar uma irrigação por aspersão de forma eficiente, é preciso dividir a área em subáreas.

Basicamente, os sistemas de irrigação por aspersão convencional podem ser classificados como: portáteis, móveis e fixos. Todos têm vantagens e restrições, mas, em geral, funcionam satisfatoriamente, permitindo obter adequada uniformidade de distribuição de água, desde que bem dimensionados, bem instalados e manejados corretamente.

Vamos conhecer melhor esses sistemas!

Começando pelos sistemas portáteis: São sistemas de irrigação cujas tubulações, tanto da linha principal, quanto das linhas laterais, podem ser movimentadas ao longo da área irrigada. As tubulações utilizadas nesses sistemas devem ser leves, podendo ser de PVC rígido ou de aço zincado, dotadas de conexões e acoplamentos rápidos, facilitando, assim, as operações de transporte, montagem, desmontagem e de manejo no campo.

Depois os sistemas móveis: esses sistemas são muito parecidos com os portáteis, diferindo, basicamente, no que diz respeito à movimentação da linha principal, que, nesse caso, é fixa, podendo ser enterrada ou não. Quando enterrada, ela ficará a uma profundidade de aproximadamente 60 cm, ficando apenas o hidrante acima da superfície do solo.

E por fim os Sistemas fixos: esses têm como característica possuir todas as tubulações necessárias presentes na área a ser irrigada, dispensando, portanto, as mudanças de posições das linhas laterais. Assim, se por um lado apresentam maior custo de implantação, por outro, necessitam de menos mão de obra para serem operados. Podem ser divididos ainda em: sistemas com troca de aspersores, sistemas em malha e sistema com aspersores fixos.

Vamos conhecer então as particularidades desse sistemas, começando pela irrigação por aspersão convencional.

O sistema convencional é o modelo mais básico de irrigação por aspersão. Ele consiste em aspersores que trabalham com o lançamento de jatos de água, que pela resistência do ar se transforma em pequenas partículas. Nesse sistema os aspersores estão sempre fixos durante a aplicação, mas podem girar no próprio eixo para uma maior distribuição.

Dentro desse modelo existem duas categorias de implementação: O portátil e o permanente.

A principal característica do sistema portátil é a facilidade da movimentação do equipamento, conforme a necessidade de irrigação. Já o modelo permanente apresenta as tubulações fixas, por isso é necessário que o sistema cubra 100% da área irrigada.

A irrigação por aspersão convencional está presente em diversas plantações principalmente pela facilidade de implementação, flexibilidade e baixo custo de manutenção.

Depois nós temos a Irrigação por aspersão autopropelido

O sistema de irrigação por autopropelido consiste em apenas um aspersor, também chamado de canhão ou mini canhão. O equipamento é montado em veículo que se desloca paralelamente a região que deve ser irrigada.O sistema lança um jato de água sobre a plantação ao mesmo tempo que se movimenta longitudinalmente, normalmente o movimento do carrinho é feito por um cabo de aço ou pela própria mangueira.

A irrigação por aspersão autopropelido vem sendo cada vez menos usada ao redor do mundo. As principais desvantagens desse modelo estão diretamente ligadas a falta de controle da lâmina de água aplicada, desuniformidade na aplicação e altos custos operacionais com energia.

E por fim, a Irrigação por aspersão pivô central

É o sistema de irrigação por aspersão mais tecnológico e mais eficiente. A utilização da estrutura de pivô central facilitou a automatização do processo de ponta a ponta.

O modelo consiste de um pivô central, que é o ponto onde o pivô gira ao redor, onde passa a tubulação e onde fica o painel de controle, responsável por comandar o sistema. Os pivôs possuem aspersores espalhados pela estrutura e são responsáveis por levar a água até a plantação.

Os pivôs centrais giram em torno do ponto pivô, enquanto os aspersores realizam a irrigação, formando assim um padrão circular de aguagem. Normalmente são utilizados motores elétricos para gerar o movimento do sistema.


As maiores vantagens do sistema são: Aplicação precisa do volume de água, possibilidade da fertirrigação e baixo custo de mão de obra. Por outro lado é necessário um alto custo de implementação e um alto custo de energia.

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